Lendo matérias a respeito do turismo náutico e seus impactos, encontrei dados que mostram a preocupação do governo em tornar o turismo náutico uma realidade brasileira. Obviamente em um governo desorganizado e muito burocrático as coisas não acontecem em uma velocidade razoável a ponto de se poder verificar resultados. As ações quando chegam a ocorrer são pontuais e setorizadas, mas já podemos ver que existe a preocupação com este setor, ou seja, existem portas abertas e caminhos a serem percorridos. Cabe agora aos setores interessados se organizarem, colocarem as experiências e ideias em debate e rapidamente formular planos e propostas concretas e viáveis.
Nosso papel, como integrantes da sociedade e como praticantes da vela popular, é criar oportunidades para o desenvolvimento deste setor que hoje aparece com um grande potencial a ser explorado em nosso país. Devemos mostrar que não basta entupir de turistas nossas lindas paisagens litorâneas e nem criar enormes empreendimentos imobiliários e gigantescos resorts em áreas de natureza exuberante, essa prática tem se mostrado predatória e altamente danosa a longo prazo. Deve existir preocupação para implementação de atividades sustentáveis que geram empregos e renda em escala local, mas trazem benefícios permanentes e desenvolvimento de longo prazo. A criação e implementação da infraestrutura deve ser planejada e pensada para longo prazo em harmonia com o ambiente e com a necessidade local. Aliás, a infraestrutura é um aspecto muito importante e essencial no desenvolvimento do turismo.
Um exemplo onde a total falta de sintonia do governo com a necessidade de infraestrutura a ser implementada causou um enorme prejuízo aos cofres públicos e à população local foi a implementação do calçadão ao redor da lagoa de Maricá. Parte da lagoa foi cercada por uma longa calçada estreita que vai do nada a lugar nenhum, ladeada por uma via estreita de paralelepípedo para circulação de veículos, não há lugar para estacionamentos e nem pontos de acesso à lagoa, ou seja, afastou os usuários e os turistas. Uma pequena pousada da região, um bar e um restaurante que antes da infraestrutura desastrosa estavam em expansão, hoje estão entregues às moscas e baratas, pois somente o bar ainda sobrevive, mas em condições bastante precárias.
Nós, cidadãos, devemos tomar a iniciativa para o progresso sustentável e útil aos próprios brasileiros. Devemos tomar parte das decisões fazendo propostas e votando em pessoas que se comprometam com essas propostas.
Fica a sugestão para uma discussão. Abaixo apresento dois links governamentais que apresentam alguns dados para pensarmos.
MERCADO NÁUTICO - A NOVA ABERTURA DOS PORTOS BRASILEIROS
http://www.meioambiente.ba.gov.br/gercom/apresentacao_mercado_nautico.pdf
TIPOS DE TURISMO - TURISMO NÁUTICO
http://www.brasil.gov.br/sobre/turismo/tipos-de-turismo/nautico
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quarta-feira, 28 de novembro de 2012
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Muitas velas!
No último domingo, dia 18/11/2012, pudemos ver um belíssimo espetáculo de veleiros na lagoa de Maricá. Foi mais um encontro de caiaques a vela onde compareceram 8 caiaques efetivamente velejando. Mas além dos oito caiaques compareceram à lagoa, de forma espontânea e sem nenhum vínculo com nosso evento, dois Lasers e um Hobie Cat. Inclusive estavam baseados na margem oposta à nossa, mas compartilharam do mesmo trecho da lagoa. Pela primeira vez, desde 2009, pude ver um espetáculo de muitas velas ziguezagueando na lagoa de Maricá. Foi uma grata surpresa, os veleiros superaram os jet skis em número preenchendo a paisagem com elegância, silêncio e harmonia. Desejo muito ver esse fenômeno de revitalização da vela crescer de forma a produzir novos velejadores preenchendo as águas do nosso Brasil. Eu sei que é sonhar grande, mas acredito que a Vela Popular é um caminho democrático e espontâneo onde as pessoas podem seguir sem medo de errar. Já demos os primeiros passos. Aos amigos Danilo (www.veleirok.blogspot.com), Genilson (www.hidroglassrio.blogspot.com) e eu, unidos pela Vela Popular, já se juntaram vários novos velejadores que estão trazendo outros e assim fortalecendo a corrente da prática desse esporte maravilhoso. Parabéns a todos! Vamos em frente!
sábado, 17 de novembro de 2012
Quanto menor a bagagem mais leve é a viagem!
A partir do tema "Quanto menor a bagagem mais leve é a viagem!", em uma dinâmica de estudo sobre religiosidade, foram emitidas diversas opiniões, mas a conclusão é apenas uma: Quanto menos apego ao material, mais agradável é a vida, mais próximo da essência da vida podemos chegar. Esse tema me remeteu imediatamente ao caiaque a vela, pequeno, leve e simples, traz em si a essência do velejar.
A essência da vela é a integração e harmonia com a natureza. É com esse espírito que o velejador deve encarar a vela. O desapego é muito importante para conseguir a integração do ser humano com os elementos água e ar. A simplicidade facilita essa integração permitindo ao velejador experimentar todas as sensações interagindo com a água e com o ar e seus movimentos.
A integração da pessoa com sigo mesma também é muito importante ao velejar. Da autodeterminação e disciplina pode-se partir para o autoconhecimento e autodesenvolvimento. É assim, vamos amadurecendo a cada experiência, e quanto mais nos conhecemos mais nos libertamos para relacionamentos verdadeiros. Relacionamentos com pessoas, com os animais, com a natureza, com a nossa vida.
A essência da vela é a integração e harmonia com a natureza. É com esse espírito que o velejador deve encarar a vela. O desapego é muito importante para conseguir a integração do ser humano com os elementos água e ar. A simplicidade facilita essa integração permitindo ao velejador experimentar todas as sensações interagindo com a água e com o ar e seus movimentos.
A integração da pessoa com sigo mesma também é muito importante ao velejar. Da autodeterminação e disciplina pode-se partir para o autoconhecimento e autodesenvolvimento. É assim, vamos amadurecendo a cada experiência, e quanto mais nos conhecemos mais nos libertamos para relacionamentos verdadeiros. Relacionamentos com pessoas, com os animais, com a natureza, com a nossa vida.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Final de semana dedicado à vela
SÁBADO
No sábado, dia 10/11/2012, eu, Karla e Danilo (www.veleirok.blogspot.com) fomos visitar o Festival de Vela 2012, realizado no período de 8 a 11 de novembro de 2012 no Clube Naval Charitas, em Niterói - RJ. O evento tem por finalidade "Promover a aproximação do público a uma prática esportiva sustentável", segundo consta no site do evento: http://www.festivaldevela2012.com.br. Temos que tirar o chapéu para a tentativa heróica da Federação de Vela do Estado do Rio de Janeiro - FEVERJ em promover a vela no Brasil. O evento refletiu bem o mercado brasileiro de vela, pequeno e pouco interessante. Acredito que a visão pouco abrangente do potencial do mercado de vela pelas federações e iate clubes sejam a causa da pequena expressividade do evento. Existe ainda uma segmentação elitista no mundo do iatismo, onde tudo é direcionado a quem já participa deste mundo, e principalmente para quem pratica o esporte no único intuito de participar de competições. Como cada vez menos gente participa deste mundo, cada vez o mercado fica menor. Há que se romper com esta visão e ampliar horizontes para abranger as pessoas comuns que querem se divertir, tem renda limitada e gostam da companhia da família. É da prática do iatismo em um ambiente de convívio em família que surgiram grandes iatistas em todo o mundo. É aprendendo a velejar em família que as crianças crescem apaixonadas pelo esporte, e em meio a milhares de apaixonados surgirão grandes iatistas, é assim em qualquer esporte.
No sábado, dia 10/11/2012, eu, Karla e Danilo (www.veleirok.blogspot.com) fomos visitar o Festival de Vela 2012, realizado no período de 8 a 11 de novembro de 2012 no Clube Naval Charitas, em Niterói - RJ. O evento tem por finalidade "Promover a aproximação do público a uma prática esportiva sustentável", segundo consta no site do evento: http://www.festivaldevela2012.com.br. Temos que tirar o chapéu para a tentativa heróica da Federação de Vela do Estado do Rio de Janeiro - FEVERJ em promover a vela no Brasil. O evento refletiu bem o mercado brasileiro de vela, pequeno e pouco interessante. Acredito que a visão pouco abrangente do potencial do mercado de vela pelas federações e iate clubes sejam a causa da pequena expressividade do evento. Existe ainda uma segmentação elitista no mundo do iatismo, onde tudo é direcionado a quem já participa deste mundo, e principalmente para quem pratica o esporte no único intuito de participar de competições. Como cada vez menos gente participa deste mundo, cada vez o mercado fica menor. Há que se romper com esta visão e ampliar horizontes para abranger as pessoas comuns que querem se divertir, tem renda limitada e gostam da companhia da família. É da prática do iatismo em um ambiente de convívio em família que surgiram grandes iatistas em todo o mundo. É aprendendo a velejar em família que as crianças crescem apaixonadas pelo esporte, e em meio a milhares de apaixonados surgirão grandes iatistas, é assim em qualquer esporte.
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Eu e o Danilo em meio aos estandes |
Eu e o Danilo ao lado dos estandes
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Karla junto ao pier do Clube Naval Charitas ao lado dos estandes |
DOMINGO
No domingo, dia 11/11/2012, eu, Karla, Danilo, Nívea, Ronald, Renato e Rafael, fomos à Lagoa de Maricá, para mais uma velejada. O destaque deste domingo foi a presença do meu amigo Ronald Bandeira, juntamente com seus filhos Renato e Rafael para um teste drive no caiaque a vela. Um detalhe, o Ronald nunca tinha velejado antes. O vento estava fraco, ideal para quem quer aprender a velejar. Apresentei o meu caiaque duplo da HidroglassRio (www.hidroglassrio.blogspot.com) e dei algumas explicações sobre o seu funcionamento. Colocamos o caiaque na água e eu comandei o caiaque dando explicações simples e básicas sobre como velejar e como conduzir a embarcação. Retornamos à margem onde desembarquei passando o comando para o Ronald, seu filho Renato assumiu o posto de passageiro. Saíram para uma velejada assistida por mim que os estava acompanhando do CATANOIAK com motor. Dei mais algumas instruções e segui apenas acompanhando. Ronald conseguiu velejar de forma surpreendente, realizando as manobras com confiança e segurança. Ficaram encantados em velejar e muito entusiasmados com o desempenho do caiaque a vela em vento fraco. Acredito que em breve teremos novos praticantes da vela em caiaque. O caiaque duplo da HidroglassRio está se mostrando um ótimo barco escola, proporcionando simplicidade, segurança e manobrabilidade, além de um bom desempenho.
Outro destaque foi a Nívea velejando no caiaque Romanok, em uma nova configuração. Parabéns para a Nívea que a cada velejada ganha mais confiança e mostra evolução na técnica de velejar.
Na companhia do Danilo, eu aproveitei para velejar o meu caiaque monocasco simples, o "amarelinho", também da HidroglassRio. que havia lagum tempo que não ia para a água e eu já estava com saudades dessa velejada mais "emocionante". Dia 18 haverá novo encontro na Lagoa de Maricá.
Nívea velejando o Romanok
Eu e o Ronald retornando da velejada de instrução
Eu e o Ronald retornando da velejada de instrução
Eu velejando o "amarelinho"
Eu, o Ronald e o Rafinha saindo para um passeio no CATANOIAK
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
É a VELA POPULAR aparecendo no cenário nacional
Por indicação do Danilo (www.veleirok.blogspot.com) eu fiz um artigo para o jornal ALMANÁUTICA e foi publicado na edição de novembro/dezembro/2012 confiram as imagens abaixo. Como é de praxe nas publicações jornalísticas o texto foi condensado para se adequar ao espaço de página do jornal, diga-se de passagem, foi maravilhosamente bem condensado. Para quem se interessar o texto completo está disponível mais adiante. Estamos todos contentes com a divulgação da Vela Popular pelo jornal Almanáutica e agradecemos especialmente ao Sr. Ricardo Amatucci pela oportunidade.
Texto Completo:
Vela
Popular, quando a alternativa pode salvar o esporte.
(Por
Marcelo R. Maia Pinto – 01/10/2012)
Um mundo em crise e o
prazer de velejar parecem incompatíveis, mas com a vela popular a
crise está servindo de estímulo. Esse segmento náutico cresce a
cada dia e está se firmando pelo mundo e aqui no Brasil também.
Que o mundo está
passando por uma crise econômica todo mundo concorda, mas quando se
fala na vela como esporte existem muitas controvérsias. Fato é que
nos Estados Unidos a prática da vela como esporte vem sofrendo com o
desinteresse da população. Motivos para isso não faltam, cada
estudo apresenta um enfoque e várias conclusões. Vamos resumir: o
que de fato importa é que o esporte não cresce e em muitos
segmentos está encolhendo. Fatores econômicos como custo de
aquisição das embarcações e alto custo de manutenção são
apontados como os principais vilões. Mas existem outros como por
exemplo a elitização do esporte com a sofisticação cada vez maior
dos veleiros exigindo processos caros e sofisticados de produção
com excessivo rigor de padronização em quase tudo. Grande exigência
técnica e necessidade de muita dedicação dos praticantes do
esporte para conseguir resultados aceitáveis, o que torna a prática
do esporte muito profissional e pouco voltada para o lazer.
Tudo isso não é
novidade, é o curso natural do desenvolvimento tecnológico, do
desenvolvimento dos materiais e da evolução técnica do esporte. Se
analisarmos outros esportes como o automobilismo, por exemplo, vemos
exatamente a mesma situação. O que começa sendo feito por lazer e
diversão e acaba se transformando em prática desportiva tem essa
trajetória de evolução natural, se transforma em um esporte de
alto rendimento exigindo muito dos atletas e mais ainda dos
materiais. Da mesma forma aqui no Brasil a prática da vela também
sofre muito com a falta de interesse, aqui muito mais do que lá.
Nossa renda é muito inferior a dos norte americanos e nossos barcos
são muitíssimos mais caros graças à falta de tecnologia e
impostos altíssimos. Segundo dados de pesquisa da ACOBAR (Associação
dos Construtores de Barcos) de 2005, do total do mercado náutico
voltado para esporte e recreio a vela representa apenas 16%, contra
84% de barcos a motor. O tamanho do mercado ajuda a tornar mais
inviável a prática da vela no Brasil.
Mas nem tudo está
perdido e não seria razoável acreditar que a vela vai ser extinta
ou que o esporte vai acabar, a vela é muito maior que o esporte,
ainda é uma forma viável de deslocamento sobre as águas. Sendo
assim, existe cooperação, companheirismo amizades sinceras e muita
paixão neste meio náutico. É da paixão que sempre aparecem
inovações ou resgates na prática da vela. Ainda nos Estados Unidos
existe um movimento chamado “mess about” que cresce de forma
consistente e cada dia aparece mais. Lá as embarcações miúdas
como caiaques, canoas e pequenos veleiros estão ganhando importância
e fazendo com que o esporte ressurja fora dos iates clubes e das
federações de vela, está voltando a se tornar popular assim como
surgiu.
Mais uma vez vemos que
aqui nas terras tupiniquins não é diferente, o “mess about”
aqui foi traduzido para “vela popular” e está se transformando
em um movimento forte que cresce a cada dia. Está aí a grande
esperança de popularizar o esporte. Os caiaques a vela, as canoas e
pequenos veleiros artesanais estão surgindo como alternativa e
ganhando adeptos por todo o país. É a revolução da náutica, um
movimento legítimo que surge da base da população e atinge todas
as classes sociais de forma democrática e pacífica. O interesse
cresce a cada dia e novas ideias e novos praticantes se unem
engrossando as fileiras e tudo se mistura em harmonia gerando
diversão e lazer sobre as águas.
Outro apelo importante
é o ecológico, todos querem preservar o planeta, mas se não
mudarmos nossos hábitos isso jamais vai acontecer. Entendendo esse
princípio, muita gente que gosta de esportes náuticos acaba se
interessando pela prática da vela, mas nem sempre tem o montante
necessário para adquirir embarcações novas, títulos de iates
clubes e acessar cursos caríssimos. Esse problema é crônico, mas
com a democratização da informação via internet, fica cada vez
mais acessível o contato com a vela popular, que está aí, mas não
de maneira formal. É assim de maneira diversa que a democracia
náutica vem sendo consolidada na vela popular, e o maior aliado é o
acesso à internet.
Os caiaques à vela vêm
despontando como uma alternativa muito atraente nesse mercado
emergente. Com baixo custo para aquisição, possibilidades quase
infinitas de adaptações e baixo custo de manutenção, atualmento é
o mais importante componente deste segmento. Já estão sendo
produzidos por vários fabricantes de caiaques, são fáceis de serem
utilizados e tem grande versatilidade no uso. Um outro fator
importante é a questão da segurança, os caiaques em sua esmagadora
maioria são insubmergíveis, o que os torna muitíssimos seguros e
podem ser utilizados em qualquer lugar, desde praias até lagoas. São
pequenos e fáceis de serem transportados e guardados, o que torna o
seu proprietário independente de clubes e marinas. As manutenções
podem ser feitas em casa ou em pequenas oficinas, sem necessidade de
ferramentas caras e complexas.
No Rio de Janeiro, onde
o movimento da vela popular desponta de uma forma mais organizada,
encontramos alguns praticantes assíduos e apaixonados. Pensando
sempre no coletivo e na popularização do esporte, estimulam novos
praticantes assim como promovem o desenvolvimento das embarcações,
velas e acessórios para a melhor performance dos seus caiaques. Por
meio de blogs trocam constantemente informações com quem solicitar
e buscam divulgar todas as conquistas no intuito de facilitar a vida
dos novos praticantes. Os blogs mais visitados são:
terça-feira, 6 de novembro de 2012
O Futuro da Vela Popular
O futuro somente a Deus pertence! Já dizia o ditado popular. Mas acredito nisso. Não há como prever ao certo o que vai acontecer. Mas podemos vislumbrar caminhos pelos quais tenderão a seguir. No dia 24/05/2012 eu fiz uma postagem indicando o link da história da vela no Brasil . (http://360graus.terra.com.br/iatismo/default.asp?did=2137&action=reportagem ) Esse link mostra bem de forma bastante resumida o caminho que os iatistas adotaram e hoje sabemos onde chegaram. Foi um longo caminho de mais de 100 anos percorridos. Na vela popular estamos trilhando um novo caminho, mas com mais opções e ferramentas para escolher.
Acredito que existirão muitos desmembramentos daqui para frente. Surgirão novas comunidades, novos projetos, barcos conceito até serem formadas as flotilhas. Daí para frente as comunidades serão reagrupadas de forma espontânea de acordo com as preferências individuais. Certamente serão produzidos modelos em série que disputarão a preferência dos consumidores, daí surgirão o que hoje são as classes do iatismo.
E a prática desportiva será estimulada e praticada, seja como esporte radical ou seja como esporte de confraternização. Regatas serão organizadas. Grandes encontros também serão feitos.
Claro que isso não é clarevidência, mas sim uma análise superficial dos acontecimentos atuais com base na história do iatismo. O comportamento humano não muda muito ao longo do tempo, mesmo com as novas tecnologias e formações sociais, as necessidades são as mesmas. Fazer parte de um grupo ou sociedade é uma das necessidades humanas que serão buscadas fortemente no movimento de Vela Popular. Caberá aos participantes se agruparem e organizarem da mesma forma democrática e informal que iniciou o movimento, sem criar tendências elitistas.
Os exemplos até aqui são muito positivos. Podemos citar a generosidade do Danilo (www.veleirok.blogspot.com), o arrojo e coragem do Genilson (www.hidroglassrio.blogspot.com), a alegria, tolerância e companheirismo do grupo pescaiaqueiros RJ (http://pescaiaqueirosrj.forumeiro.net/forum), bem como seus participantes individualmente. Existem muitos outros exemplos Brasil afora, esses são apenas os mais próximos do meu convívio. Mas são exemplos como esses que formarão uma nova geração de velejadores com novos horizontes e novas possibilidades.
Acredito que existirão muitos desmembramentos daqui para frente. Surgirão novas comunidades, novos projetos, barcos conceito até serem formadas as flotilhas. Daí para frente as comunidades serão reagrupadas de forma espontânea de acordo com as preferências individuais. Certamente serão produzidos modelos em série que disputarão a preferência dos consumidores, daí surgirão o que hoje são as classes do iatismo.
E a prática desportiva será estimulada e praticada, seja como esporte radical ou seja como esporte de confraternização. Regatas serão organizadas. Grandes encontros também serão feitos.
Claro que isso não é clarevidência, mas sim uma análise superficial dos acontecimentos atuais com base na história do iatismo. O comportamento humano não muda muito ao longo do tempo, mesmo com as novas tecnologias e formações sociais, as necessidades são as mesmas. Fazer parte de um grupo ou sociedade é uma das necessidades humanas que serão buscadas fortemente no movimento de Vela Popular. Caberá aos participantes se agruparem e organizarem da mesma forma democrática e informal que iniciou o movimento, sem criar tendências elitistas.
Os exemplos até aqui são muito positivos. Podemos citar a generosidade do Danilo (www.veleirok.blogspot.com), o arrojo e coragem do Genilson (www.hidroglassrio.blogspot.com), a alegria, tolerância e companheirismo do grupo pescaiaqueiros RJ (http://pescaiaqueirosrj.forumeiro.net/forum), bem como seus participantes individualmente. Existem muitos outros exemplos Brasil afora, esses são apenas os mais próximos do meu convívio. Mas são exemplos como esses que formarão uma nova geração de velejadores com novos horizontes e novas possibilidades.
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