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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Caiaque a vela veleja mesmo!
Várias pessoas me perguntaram se caiaque a vela veleja mesmo, a resposta é sim, o caiaque a vela veleja mesmo. Na verdade os caiaques adaptados para vela como nós estamos divulgando tem todas as características necessárias para velejar como qualquer veleiro. Nossos caiaques tem bolina, leme, mastro, retranca e vela como qualquer veleiro, obviamente devemos guardar as devidas proporções os caiaques são pequenos e não dispõem de muito espaço por isso simplificamos e otimizamos ao máximo todas as partes de forma que sejam eficientes mas que sejam simples de serem operadas e manuseadas a bordo. Portanto, os caiaques orçam sim. É importante salientar que procuramos mostrar sempre as nossas velejadas para mostrar para todos que os caiaques funcionam bem como veleiro, são simples de operar e muito fáceis de serem transportados. Quem ainda duvida venha nos conhecer e veleje conosco, o pessoal da VELA POPULAR (www.veleirok.blogspot.com, www.hidroglassrio.blogspot.com ) sempre tem muito prazer em receber todos os interessados.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Questões práticas para aquisição de um barco.(1)
Esta é uma publicação baseada exclusivamente na minha experiência para comprar um barco, portanto não esgotarei o assunto, mas pretendo esclarecer alguns pontos importantes na hora de escolher um barco a ser comprado.
(1) Considerações Iniciais.
Antes de se decidir por impulso, pergunte qual a real necessidade a ser suprida pelo barco:
- O barco é para: - lazer / transporte de passageiros / transporte de carga / transporte de passageiros e carga / viagens ou cruzeiros...
- Qual o número de pessoas que estarão a bordo e qual a carga a ser transportada
- Navegará em águas abrigadas, mar aberto (navegação costeira), mar aberto (navegação oceânica entre continentes)
- Qual a necessidade de velocidade a ser desenvolvida pela embarcação. Barco veloz, barco lento.
- Qual a intensidade de uso da embarcação: diária, semanal, mensal...
- Onde o barco vai ficar guardado quando não estiver em uso? Vai ser na marina de um clube, em casa, no trabalho...
- Como o barco será colocado e retirado da água?
Todas estas e várias outras questões devem ser respondidas antes de você decidir qual barco irá comprar. Algumas informações são particularmente vitais, pois muitas pessoas escolhem errado sua embarcação e acabam sem conseguir usufruir. A adequação da realidade de cada um e da necessidade é fundamental. Vamos a alguns exemplos práticos:
a) Uma embarcação com motor de centro/rabeta ou motor de popa, não pode ficar direto na água do mar, tem que ser retirada semanalmente para limpeza das articulações e dutos e adoçamento do motor.
b) Uma vaga náutica seca no Rio de Janeiro pode custar muito mais caro que a própria embarcação, portanto, defina primeiro sua infraestrutura depois defina o barco. Em clubes mais populares uma vaga seca pode custar entre R$20.000 e R$50.000, a taxa de manutenção da vaga pode variar entre R$150 e R$ 600 e um marinheiro para limpar o barco uma vez por semana pode cobrar entre R$100 e R$500 por mês dependendo do tamanho do barco.Portanto o custo pode ser alto demais.
c) Vagas molhadas como em Pier ou Poita podem e devem ser consideradas, pois muitas vezes são mais baratas. Devo relembrar que não é qualquer barco que pode ficar direto dentro d'água. Há também necessidade de limpeza e pintura de fundo com grande frequência em barcos que ficam dentro d'água.
(1) Considerações Iniciais.
Antes de se decidir por impulso, pergunte qual a real necessidade a ser suprida pelo barco:
- O barco é para: - lazer / transporte de passageiros / transporte de carga / transporte de passageiros e carga / viagens ou cruzeiros...
- Qual o número de pessoas que estarão a bordo e qual a carga a ser transportada
- Navegará em águas abrigadas, mar aberto (navegação costeira), mar aberto (navegação oceânica entre continentes)
- Qual a necessidade de velocidade a ser desenvolvida pela embarcação. Barco veloz, barco lento.
- Qual a intensidade de uso da embarcação: diária, semanal, mensal...
- Onde o barco vai ficar guardado quando não estiver em uso? Vai ser na marina de um clube, em casa, no trabalho...
- Como o barco será colocado e retirado da água?
Todas estas e várias outras questões devem ser respondidas antes de você decidir qual barco irá comprar. Algumas informações são particularmente vitais, pois muitas pessoas escolhem errado sua embarcação e acabam sem conseguir usufruir. A adequação da realidade de cada um e da necessidade é fundamental. Vamos a alguns exemplos práticos:
a) Uma embarcação com motor de centro/rabeta ou motor de popa, não pode ficar direto na água do mar, tem que ser retirada semanalmente para limpeza das articulações e dutos e adoçamento do motor.
b) Uma vaga náutica seca no Rio de Janeiro pode custar muito mais caro que a própria embarcação, portanto, defina primeiro sua infraestrutura depois defina o barco. Em clubes mais populares uma vaga seca pode custar entre R$20.000 e R$50.000, a taxa de manutenção da vaga pode variar entre R$150 e R$ 600 e um marinheiro para limpar o barco uma vez por semana pode cobrar entre R$100 e R$500 por mês dependendo do tamanho do barco.Portanto o custo pode ser alto demais.
c) Vagas molhadas como em Pier ou Poita podem e devem ser consideradas, pois muitas vezes são mais baratas. Devo relembrar que não é qualquer barco que pode ficar direto dentro d'água. Há também necessidade de limpeza e pintura de fundo com grande frequência em barcos que ficam dentro d'água.
domingo, 13 de janeiro de 2013
É como andar de bicicleta, depois que aprende nunca esquece!
Na sexta-feira, dia 11/01/2013, fomos à Lagoa de Maricá para uma velejada muito especial. O Assucy veio de Maceió nos visitar e marcamos essa velejada. O interessante é que já havia 30 anos que o Assucy não velejava e mesmo assim topou encarar a Lagoa de Maricá com o VeleiroK emprestado pelo Danilo (www.veleirok.blogspot.com). Estava chovendo um pouco, mas o vento estava bem legal no início da velejada, depois foi ficando mais fraco, mas não parou de ventar. Devemos agradecer muito a grande gentileza do Danilo em se disponibilizar e emprestar o VeleiroK. Eu fiz o suporte e a filmagem. Incrível é que mesmo depois de tanto tempo longe da vela o Assucy assumiu o comando e velejou, meio enferrujado, mas velejou. Não é o primeiro e nem será o último a fazer isso, já está mais que comprovado que quando realmente aprendemos a velejar, nunca esquecemos. É como andar de bicicleta, depois que aprende nunca esquece!
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
FELIZ 2013!
Que nossos corações se encham de amor e felicidade, que nós possamos ser melhores pessoas para este ano que se inicia hoje. Que 2013 seja simples e belo!
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Renascimento e reintegração. Feliz 2013 !
Toda essa energia boa do Natal só faz bem para a humanidade. Esse momento tem muito há ver com o espírito da vela popular. Estamos construindo um novo caminho com amizade e companheirismo. Buscamos um futuro de alegria e liberdade. Fazemos tudo por amor a vela. O movimento está ganhando força, sempre com uma energia muito positiva.
Que venha, então, 2013. Que a vela tenha um renascimento popular. Que a simplicidade possa reabrir os caminhos antes inacessíveis. Que as pessoas possam sentir e interagir com a natureza de forma pacífica, fazendo a reintegração do ser humano com as suas origens. Que as pessoas voltem a se sentir parte da natureza. Que o respeito e a harmonia volte a reinar na terra. Que todos os seres possam ser felizes!
Que em 2013 venham bons ventos para inflar nossos corações com amor para velejarmos nossas vidas pelos mares da felicidade com destino a paz.
Saúde, amor e paz!
Que venha, então, 2013. Que a vela tenha um renascimento popular. Que a simplicidade possa reabrir os caminhos antes inacessíveis. Que as pessoas possam sentir e interagir com a natureza de forma pacífica, fazendo a reintegração do ser humano com as suas origens. Que as pessoas voltem a se sentir parte da natureza. Que o respeito e a harmonia volte a reinar na terra. Que todos os seres possam ser felizes!
Que em 2013 venham bons ventos para inflar nossos corações com amor para velejarmos nossas vidas pelos mares da felicidade com destino a paz.
Saúde, amor e paz!
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Velejada técnica ou velejada instintiva?
Vamos conceituar a velejada que eu estou chamando de instintiva como sendo a velejada sem o rigor da instrução de navegação com termos náuticos, é mais uma velejada apenas com as instruções de como operar o veleiro em uso. A velejada técnica é aquela que o iniciante tem toda uma carga teórica de navegação e operação do veleiro antes de ir para a água, é a veleja instruída por completo. Obviamente que veremos uma enorme diferença de qualidade entre as duas formas citadas. Certamente o posicionamento do barco, a mareação das velas e o controle nas manobras serão bem distintas. Mas a questão não passa pelo desempenho do velejador na condução do seu veleiro, mas sim pela satisfação de velejar. Quantos adultos estão dispostos a aprender conceitos e teorias de navegação a vela antes de se lançar em uma velejada? Certamente poucos. Agora vamos alterar a ordem da ação na mesma pergunta: Quantos adultos estão dispostos a aprender conceitos e teorias de navegação depois de terem se lançado em uma velejada? Certamente mais que antes. É aí que acredito que está o ponto chave para que se possa incentivar novamente o crescimento da vela ao atrair novos velejadores. A velejada instintiva deve ser incentivada no primeiro momento para que as pessoas tenham a certeza de que velejar não é complicado e está de fato ao seu alcance. Assim despertamos a vontade de aprender e evoluir na vela. Alguns já estão se perguntado de onde tirei esta ideia, mas não foi só da minha cabeça, trata-se de observação durante vários encontros de vela popular. Tenho acompanhado o crescimento do número de caiaques a vela indo para a água e é sensível a evolução técnica dos velejadores iniciantes que partiram do conhecimento zero para uma velejada razoavelmente técnica e com desempenho satisfatório para o lazer em curto espaço de tempo. Mais uma vez retornamos aos primórdios da navegação, onde não havia escolas de vela e os pescadores e navegadores aprendiam por si só observando como os outros navegavam. Acredito que a observação é uma forma de aprendizagem mais instintiva e funciona também. O rigor formal da escola não deve ser abandonado ou deixado de lado, mas deve ser mais bem direcionado aos diversos segmentos da navegação à vela, como por exemplo: lazer, competição de alto rendimento, prática desportiva (no sentido de atividade física e higiene mental), cruzeiro e exercício profissional. Aliás, este último segmento, o exercício profissional, é de fundamental importância, estamos carentes de profissionais de vela, não temos uma legislação muito clara a este respeito e tão pouco temos escolas formais para esta atividade. Acredito que a formação de profissionais também é uma forma de desenvolver a atividade.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
A importância da náutica para o turismo.
Lendo matérias a respeito do turismo náutico e seus impactos, encontrei dados que mostram a preocupação do governo em tornar o turismo náutico uma realidade brasileira. Obviamente em um governo desorganizado e muito burocrático as coisas não acontecem em uma velocidade razoável a ponto de se poder verificar resultados. As ações quando chegam a ocorrer são pontuais e setorizadas, mas já podemos ver que existe a preocupação com este setor, ou seja, existem portas abertas e caminhos a serem percorridos. Cabe agora aos setores interessados se organizarem, colocarem as experiências e ideias em debate e rapidamente formular planos e propostas concretas e viáveis.
Nosso papel, como integrantes da sociedade e como praticantes da vela popular, é criar oportunidades para o desenvolvimento deste setor que hoje aparece com um grande potencial a ser explorado em nosso país. Devemos mostrar que não basta entupir de turistas nossas lindas paisagens litorâneas e nem criar enormes empreendimentos imobiliários e gigantescos resorts em áreas de natureza exuberante, essa prática tem se mostrado predatória e altamente danosa a longo prazo. Deve existir preocupação para implementação de atividades sustentáveis que geram empregos e renda em escala local, mas trazem benefícios permanentes e desenvolvimento de longo prazo. A criação e implementação da infraestrutura deve ser planejada e pensada para longo prazo em harmonia com o ambiente e com a necessidade local. Aliás, a infraestrutura é um aspecto muito importante e essencial no desenvolvimento do turismo.
Um exemplo onde a total falta de sintonia do governo com a necessidade de infraestrutura a ser implementada causou um enorme prejuízo aos cofres públicos e à população local foi a implementação do calçadão ao redor da lagoa de Maricá. Parte da lagoa foi cercada por uma longa calçada estreita que vai do nada a lugar nenhum, ladeada por uma via estreita de paralelepípedo para circulação de veículos, não há lugar para estacionamentos e nem pontos de acesso à lagoa, ou seja, afastou os usuários e os turistas. Uma pequena pousada da região, um bar e um restaurante que antes da infraestrutura desastrosa estavam em expansão, hoje estão entregues às moscas e baratas, pois somente o bar ainda sobrevive, mas em condições bastante precárias.
Nós, cidadãos, devemos tomar a iniciativa para o progresso sustentável e útil aos próprios brasileiros. Devemos tomar parte das decisões fazendo propostas e votando em pessoas que se comprometam com essas propostas.
Fica a sugestão para uma discussão. Abaixo apresento dois links governamentais que apresentam alguns dados para pensarmos.
MERCADO NÁUTICO - A NOVA ABERTURA DOS PORTOS BRASILEIROS
http://www.meioambiente.ba.gov.br/gercom/apresentacao_mercado_nautico.pdf
TIPOS DE TURISMO - TURISMO NÁUTICO
http://www.brasil.gov.br/sobre/turismo/tipos-de-turismo/nautico
Nosso papel, como integrantes da sociedade e como praticantes da vela popular, é criar oportunidades para o desenvolvimento deste setor que hoje aparece com um grande potencial a ser explorado em nosso país. Devemos mostrar que não basta entupir de turistas nossas lindas paisagens litorâneas e nem criar enormes empreendimentos imobiliários e gigantescos resorts em áreas de natureza exuberante, essa prática tem se mostrado predatória e altamente danosa a longo prazo. Deve existir preocupação para implementação de atividades sustentáveis que geram empregos e renda em escala local, mas trazem benefícios permanentes e desenvolvimento de longo prazo. A criação e implementação da infraestrutura deve ser planejada e pensada para longo prazo em harmonia com o ambiente e com a necessidade local. Aliás, a infraestrutura é um aspecto muito importante e essencial no desenvolvimento do turismo.
Um exemplo onde a total falta de sintonia do governo com a necessidade de infraestrutura a ser implementada causou um enorme prejuízo aos cofres públicos e à população local foi a implementação do calçadão ao redor da lagoa de Maricá. Parte da lagoa foi cercada por uma longa calçada estreita que vai do nada a lugar nenhum, ladeada por uma via estreita de paralelepípedo para circulação de veículos, não há lugar para estacionamentos e nem pontos de acesso à lagoa, ou seja, afastou os usuários e os turistas. Uma pequena pousada da região, um bar e um restaurante que antes da infraestrutura desastrosa estavam em expansão, hoje estão entregues às moscas e baratas, pois somente o bar ainda sobrevive, mas em condições bastante precárias.
Nós, cidadãos, devemos tomar a iniciativa para o progresso sustentável e útil aos próprios brasileiros. Devemos tomar parte das decisões fazendo propostas e votando em pessoas que se comprometam com essas propostas.
Fica a sugestão para uma discussão. Abaixo apresento dois links governamentais que apresentam alguns dados para pensarmos.
MERCADO NÁUTICO - A NOVA ABERTURA DOS PORTOS BRASILEIROS
http://www.meioambiente.ba.gov.br/gercom/apresentacao_mercado_nautico.pdf
TIPOS DE TURISMO - TURISMO NÁUTICO
http://www.brasil.gov.br/sobre/turismo/tipos-de-turismo/nautico
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