Uma primeira vitória com a redução no preço dos transportes coletivos apenas legitima o movimento e as manifestações. Foi vencido o primeiro degrau, apenas 20 centímetros alcançados diante dos 1000 metros a serem percorridos rumo ao topo da montanha.
É, a montanha da corrupção misturada com políticos que não mais representam a população, solidificada pela ineficiência das instituições públicas e devidamente catalizadas pelo domínio de um único poder.
Vamos reequilibrar os três poderes, trazer eleições legítimas a partir de um sistema eleitoral confiável, sujeito a conferência de resultado. Vamos tornar públicos os bens públicos e os serviços públicos.
É difícil chegar lá? Sim, mas o primeiro passo foi dado, é conseguir fôlego para percorrer todo o caminho.
Muitos tombarão durante o percurso, outros desviarão da trilha certa, mas os que ficarem até o final poderão ver lá do alto, um horizonte de novas perspectivas e muita esperança.
Continuem, continuem e continuem.
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quinta-feira, 20 de junho de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Manifestações!!!
Acredito que a paciência da população chegou ao limite, ou até passou do limite. Os protestos são legítimos e ainda estão meio sem forma e clareza de objetivo, mas estão ocorrendo. Seria interessante que aparecessem as lideranças políticas com objetivo de conduzir toda essa energia para reivindicações objetivas e claras. À medida que as reivindicações fossem sendo atendidas, seriam inseridas novas reivindicações até que chegassem as eleições de 2014 com um candidato sendo apoiado pelo movimento que deverá votar em bloco nesse único candidato apoiado.
Sei que para que tudo isso ocorra é necessária uma enorme dose de maturidade cívica e política, mas acho possível. Caso contrário o movimento vai se despedaçar em facções desordenadas que apenas favorecerá a atual quadrilha no poder.
Vamos torcer para o bom senso prevalecer e todo esse movimento resultar em votos decisivos para uma mudança real nesse nosso país.
Sei que para que tudo isso ocorra é necessária uma enorme dose de maturidade cívica e política, mas acho possível. Caso contrário o movimento vai se despedaçar em facções desordenadas que apenas favorecerá a atual quadrilha no poder.
Vamos torcer para o bom senso prevalecer e todo esse movimento resultar em votos decisivos para uma mudança real nesse nosso país.
domingo, 16 de junho de 2013
Dizem que ventos fortes diferenciam os homens dos meninos, e os ventos fracos ...
Dizem que os ventos fortes é que diferenciam os homens dos meninos, mas é nos ventos fracos que se mostram os bons veleiros. Hoje fomos velejar na lagoa de Maricá e infelizmente o vento não compareceu, tivemos que velejar quase sem vento nenhum. Aí pudemos confirmar que o caiaque duplo da Hidroglass-Rio (www.hidroglassrio.blogspot.com) na configuração trimarã, com vela VK dupla sem costura (www.veloirok.blogspot.com), é um bom veleiro, pois mesmo sem vento conseguimos velejar.
A configuração eficiente de um veleiro deve permitir que o deslocamento na água tenha o menor atrito possível, ou seja, tenha pouco arrasto hidrodinâmico e pouco arrasto aerodinâmico. Com uma combinação de área vélica e mareação adequadas, o barco deve se deslocar bem com o vento. Sendo assim, é com vento fraco que se consegue observar a real eficiência do conjunto.
Em vento forte, até árvore voa.
A configuração eficiente de um veleiro deve permitir que o deslocamento na água tenha o menor atrito possível, ou seja, tenha pouco arrasto hidrodinâmico e pouco arrasto aerodinâmico. Com uma combinação de área vélica e mareação adequadas, o barco deve se deslocar bem com o vento. Sendo assim, é com vento fraco que se consegue observar a real eficiência do conjunto.
Em vento forte, até árvore voa.
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Facilidade para transporte, para guardar. colocar na água e tirar da água.
Vejo muitas discussões sobre a questão da facilidade de transporte da embarcação, mas a questão mais importante não é essa, e sim a utilidade da embarcação. Considerações podem e devem ser feitas a respeito do transporte das pequenas embarcações, mas sempre levando-se em conta a utilidade da embarcação a questão a ser feita é: Qual o tipo ideal de embarcação para atender a minha necessidade de navegar?
Partindo desta questão devemos colocar de forma clara as necessidades a serem supridas com a embarcação, depois fazer as considerações a respeito de tamanho e peso.
Premissas a serem consideradas:
1- Qual o tipo de navegação que pretendo fazer? Navegação a remo; a motor; a vela.
2- Qual a utilidade da embarcação? Pescaria; Lazer; Trabalho( carga, transporte de passageiros...).
3- Vou navegar sozinho, ou levarei a bordo outras pessoas? Quantas pessoas? Haverá mulheres e/ou crianças?
4- Vou navegar na companhia de amigos que estarão em seus próprios barcos? Se a resposta for sim, há necessidade de compatibilização do tipo e utilidade da embarcação, assim como desempenho e autonomia.
5- Onde posso guardar o barco? Para o local em que o barco poderá ser guardado considerar facilidade de colocar e retirar desse local.
6- Há necessidade de transporte para guardar ou para utilizar? O barco ficará no ponto onde será utilizado ou será guardado em outro local.
7- Quais as condições de transporte, colocação e retirada da água?
A ordem é essa, se for o inverso acontecem coisas como por exemplo comprar um bote inflável de brinquedo para passear com a família ou comprar uma prancha de surf para remar em pé. Parece exagero, mas não é, os enganos são muito mais frequentes do que se pensa. Um engano muito comum é a aquisição de um caiaque individual para remar com a família. Por outro lado também é muito comum as pessoas que tem mais recursos comprarem veleiros grandes e confortáveis, mas não conseguem utilizá-los porque não encontram pessoas para velejar com eles. De que adianta um barco ser leve e fácil de transportar se não atende às minhas necessidades de navegação? Ou o inverso: De que adianta eu ter um barco se não consigo colocá-lo na água ou navegar com ele?
Pensem nisso antes de adquirir sua embarcação. Quase todas as embarcações são realmente boas, desde que utilizadas para a finalidade que foram projetadas.
Partindo desta questão devemos colocar de forma clara as necessidades a serem supridas com a embarcação, depois fazer as considerações a respeito de tamanho e peso.
Premissas a serem consideradas:
1- Qual o tipo de navegação que pretendo fazer? Navegação a remo; a motor; a vela.
2- Qual a utilidade da embarcação? Pescaria; Lazer; Trabalho( carga, transporte de passageiros...).
3- Vou navegar sozinho, ou levarei a bordo outras pessoas? Quantas pessoas? Haverá mulheres e/ou crianças?
4- Vou navegar na companhia de amigos que estarão em seus próprios barcos? Se a resposta for sim, há necessidade de compatibilização do tipo e utilidade da embarcação, assim como desempenho e autonomia.
5- Onde posso guardar o barco? Para o local em que o barco poderá ser guardado considerar facilidade de colocar e retirar desse local.
6- Há necessidade de transporte para guardar ou para utilizar? O barco ficará no ponto onde será utilizado ou será guardado em outro local.
7- Quais as condições de transporte, colocação e retirada da água?
A ordem é essa, se for o inverso acontecem coisas como por exemplo comprar um bote inflável de brinquedo para passear com a família ou comprar uma prancha de surf para remar em pé. Parece exagero, mas não é, os enganos são muito mais frequentes do que se pensa. Um engano muito comum é a aquisição de um caiaque individual para remar com a família. Por outro lado também é muito comum as pessoas que tem mais recursos comprarem veleiros grandes e confortáveis, mas não conseguem utilizá-los porque não encontram pessoas para velejar com eles. De que adianta um barco ser leve e fácil de transportar se não atende às minhas necessidades de navegação? Ou o inverso: De que adianta eu ter um barco se não consigo colocá-lo na água ou navegar com ele?
Pensem nisso antes de adquirir sua embarcação. Quase todas as embarcações são realmente boas, desde que utilizadas para a finalidade que foram projetadas.
terça-feira, 14 de maio de 2013
DECLARAÇÃO DE BENS
Um dia desses um adolescente me perguntou se eu sou rico. Eu disse a ale que sim. Aí ele me questionou se eu sou rico porque eu usava um carro velho ano 1987, que é muito mais velho que ele. Tive então que explicar que riqueza não tem relação direta com dinheiro e bens materiais. Foi complicado mas acho que consegui que ele entendesse. Depois disso achei interessante criar algo que fosse mais simples e objetivo para explicar aos jovens que a riqueza é viver.
Com o advento da declaração do imposto de renda me veio a ideia de criar uma declaração de bens de real valor:
DECLARAÇÃO DE BENS
(Por Marcelo Rodrigues Maia Pinto)
Riqueza: Felicidade
Patrimônio: Cada dia vivido na minha vida. Amizades e Lembranças
Imóvel: Não, no universo tudo está em movimento, em transformação.
Casa: Sim. Esse lindo mundo que habitamos.
Herança: Educação e caráter
Dívidas: Só de gratidão. Gratidão aos seres que deixaram de viver para prover o alimento do nosso corpo. Gratidão às pessoas que fazem parte e que passaram pelas nossas vidas, ajudando a construir nosso patrimônio.
Direitos: Amar e ser Amado.
Com o advento da declaração do imposto de renda me veio a ideia de criar uma declaração de bens de real valor:
DECLARAÇÃO DE BENS
(Por Marcelo Rodrigues Maia Pinto)
Riqueza: Felicidade
Patrimônio: Cada dia vivido na minha vida. Amizades e Lembranças
Imóvel: Não, no universo tudo está em movimento, em transformação.
Casa: Sim. Esse lindo mundo que habitamos.
Herança: Educação e caráter
Dívidas: Só de gratidão. Gratidão aos seres que deixaram de viver para prover o alimento do nosso corpo. Gratidão às pessoas que fazem parte e que passaram pelas nossas vidas, ajudando a construir nosso patrimônio.
Direitos: Amar e ser Amado.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
A vela popular já é uma realidade.
Enfim pudemos constatar que a vela popular se tornou uma realidade, cada vez mais gente interessada em velejar contando com uma flotilha real e atuante. Nos últimos dois finais de semana tivemos encontros de pop velejadores na lagoa de Maricá, em São José do Imbassaí - Maricá - RJ. Não foi mais como há dois anos atrás que precisávamos combinar com meses de antecedência para que conseguíssemos 4 ou 5 participantes. agora os encontros são combinados na mesma semana e vai quem quiser, e sempre têm comparecido vários pop velejadores. Isso é um sinal muito positivo da consolidação da vela popular e principalmente da grande versatilidade dos caiaques à vela na configuração trimarã, que permitem a qualquer pessoa velejar com segurança, seja iniciante ou veterano. Parabéns a todos os incentivadores e participantes desse movimento, em especial ao Danilo (www.veleirok.blogspot.com) e ao Genilson (www.hidroglassrio.blogspot.com).
terça-feira, 2 de abril de 2013
E o futuro?
O que devemos esperar para o futuro? Todos nós temos nossas opiniões, nossos palpites, nossos sonhos e nossas expectativas. Mas de fato o que podemos ver hoje que indica o que vem pela frente está mais para uma tragédia do que para um filme de ficção científica nos moldes de Jornada nas Estrelas. Vemos hoje as pessoas se tornando cada vez mais individualistas e ensimesmadas em suas redomas tecnológicas. Consumismo e busca por resultados imediatos dá a tônica de toda a cultura capitalista disseminada ao longo das últimas 6 décadas. Já vimos que isso não é sustentável e nem torna as pessoas mais felizes, muito pelo contrário, cria angústias intermináveis por não conquistar metas inatingíveis, joga as pessoas em frustrações sucessivas e uma sensação geral de fracasso na vida. Se você já se sentiu assim, frustrado e com a sensação de fracasso por não ter conseguido a casa dos sonhos, o iate magnífico, o carrão esportivo exclusivo etc.., pode-se considerar uma pessoa muito especial, pois você superou esta baboseira toda e hoje busca por ideais de vida direcionados aos verdadeiros valores: amor, retidão e realização pessoal por estar fazendo o bem ao próximo.
Voltemos então para a questão inicial, que é o futuro. Pois é, estou falando de valores pessoais e ideais consumistas em confronto com valores morais e espirituais para justamente questionar o que podemos esperar para o futuro. O que de fato vemos hoje é a transformação do planeta em uma gigantesca lata de lixo. Quando falo em lixo me refiro tanto aos resíduos sólidos, líquidos e gasosos derivados do nosso consumo, como também do lixo moral, das distorções de valores sociais, das aberrações religiosas e tudo o que vem sendo despejado como verdade e que vem orientando as pessoas em todo o planeta. O que esperar de um futuro onde a cada ano as pessoas dão mais valor ao parecer do que ao ser. É melhor parecer feliz do que de fato ser feliz. É melhor parecer ter posses do que de fato ter cultura, ideias, ideais e valores morais e éticos de fato.
Qual é o futuro das gerações que nasceram e foram criadas dentro dessa cultura? Acho que depende de nós que já vimos o que é realmente importante na vida disseminar valores morais e éticos dentro de uma vida saudável física e psiquicamente. Não podemos deixar o mundo sem apresentar propostas para um mundo que jamis será melhor do que já foi, mas que pelo menos possa ser igualmente habitável. Devemos mostrar que mato não é sujo, mas sim é um ambiente vivo. Que água não é lixeira, mas sim fonte de vida. Que tecnologia deve ser criada para facilitar nossa vida e não se tornar a finalidade de viver. Que o mundo, a natureza representa a nossa casa, que nós somos animais como qualquer outro e que se queremos chegar ao futuro devemos aceitar que somos parte deste mundo e que dependemos dele para viver. Que um papel de bala jogado no chão faz diferença sim.
Consciência, amor e humildade, esse deve ser o futuro. Vamos sempre lembrar que a felicidade vem do SER, nada mais é necessário além da escolha de SER FELIZ.
Voltemos então para a questão inicial, que é o futuro. Pois é, estou falando de valores pessoais e ideais consumistas em confronto com valores morais e espirituais para justamente questionar o que podemos esperar para o futuro. O que de fato vemos hoje é a transformação do planeta em uma gigantesca lata de lixo. Quando falo em lixo me refiro tanto aos resíduos sólidos, líquidos e gasosos derivados do nosso consumo, como também do lixo moral, das distorções de valores sociais, das aberrações religiosas e tudo o que vem sendo despejado como verdade e que vem orientando as pessoas em todo o planeta. O que esperar de um futuro onde a cada ano as pessoas dão mais valor ao parecer do que ao ser. É melhor parecer feliz do que de fato ser feliz. É melhor parecer ter posses do que de fato ter cultura, ideias, ideais e valores morais e éticos de fato.
Qual é o futuro das gerações que nasceram e foram criadas dentro dessa cultura? Acho que depende de nós que já vimos o que é realmente importante na vida disseminar valores morais e éticos dentro de uma vida saudável física e psiquicamente. Não podemos deixar o mundo sem apresentar propostas para um mundo que jamis será melhor do que já foi, mas que pelo menos possa ser igualmente habitável. Devemos mostrar que mato não é sujo, mas sim é um ambiente vivo. Que água não é lixeira, mas sim fonte de vida. Que tecnologia deve ser criada para facilitar nossa vida e não se tornar a finalidade de viver. Que o mundo, a natureza representa a nossa casa, que nós somos animais como qualquer outro e que se queremos chegar ao futuro devemos aceitar que somos parte deste mundo e que dependemos dele para viver. Que um papel de bala jogado no chão faz diferença sim.
Consciência, amor e humildade, esse deve ser o futuro. Vamos sempre lembrar que a felicidade vem do SER, nada mais é necessário além da escolha de SER FELIZ.
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